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Fatores de Risco - Tabagismo

Destaque - Legenda

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informa que o fumo é a principal causa de morte evitável no mundo. Anualmente, cerca de 5 milhões de pessoas morrem por causa do tabagismo, entre elas, os fumantes passivos.

O tabaco é o único produto legal que causa a morte de metade de seus usuários regulares segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Cerca de 30% do número total de casos de câncer diagnosticados no mundo são causados pelo fumo.

O uso do tabaco está associado a diversos tumores malignos, entre eles: boca, faringe, face, esôfago, estômago, pâncreas, laringe, traqueia, rins e bexiga. A alta incidência de câncer ocorre porque o indivíduo ao fumar aspira dezenas de toxinas que alteram as defesas das células, que podem progredir para o câncer. Ao fumar, libera-se mais de 50 substâncias cancerígenas.

A nicotina, substância encontrada no tabaco, proporciona sensação de bem-estar após o consumo, pois diminui o estresse e a ansiedade. Por isso, o cigarro proporciona dependência física, psicológica e comportamental, o que faz com que o indivíduo tenha a necessidade de usar o produto com frequência.

tabagismo

Fumo passivo

Os não-fumantes que inalam a fumaça de produtos derivados do tabaco também têm a saúde prejudicada. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) cerca de 600 mil mortes ocorrem no mundo todos os anos devido ao fumo passivo.

Os efeitos imediatos incluem irritações nos olhos, nariz, dor de cabeça e garganta e tosse. A longo prazo, os fumantes passivos têm 30% mais riscos de desenvolver câncer de pulmão e 24% de infarto, podendo sofrer, também, de câncer nos seios da face, bronquite crônica e enfisema.

As crianças também sofrem com os malefícios do cigarro: podem ter síndrome da morte súbita e diversos tipos de alergia.

Lei antifumo

Criada em 2014, a lei antifumo proibiu o uso do tabaco em vários locais fechados como bares, baladas e até condomínios por todo o Brasil. A ação visa proteger os não-fumantes da exposição obrigatória aos malefícios do tabaco. Além disso, incentiva os fumantes a deixarem o vício e evita que os jovens iniciem o hábito de fumar, já que inibe a aceitação social do cigarro. Com a lei, foram proibidos os fumódromos, propagandas em pontos de venda, exposição dos cigarros, além da venda do cigarro para menores de 18 anos. Saiba mais sobre a Lei Antifumo aqui.

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Cigarro eletrônico

Muitos usuários do tabaco que desejam parar de fumar recorrem ao cigarro eletrônico. Entretanto, o dispositivo, que converte em vapor a nicotina diluída em líquidos específicos, não têm aprovação dos especialistas de saúde e não é considerado eficiente. Saiba por que:

  • - Não há estudos científicos sobre a exposição em longo prazo à nicotina sozinha.
  • - Não há comprovação que os líquidos dos refis são isentos de outras substâncias tóxicas.
  • - Nem sempre o usuário do cigarro eletrônico reduz gradualmente a quantidade dessa substância, trocando uma dependência pela outra.

Sua venda é proibida no Brasil desde 2009. O Instituto Nacional do Câncer (INCA) e a Organização Mundial de Saúde (OMS) consideram que a segurança dos cigarros eletrônicos ainda não foi cientificamente comprovada.

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) informa que o fumo é a principal causa de morte evitável no mundo

 

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