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Melanoma - Diagnóstico

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A melhor forma de detecção do melanoma é o autoexame regular da pele. É importante observar as alterações das pintas e o surgimento de novas manchas. Durante a consulta com o dermatologista, ele solicitará um histórico clínico, para conhecer os fatores de riscos e sintomas, e um exame físico, para observar as características da pinta. Neste momento, o especialista poderá recorrer à dermatoscopia, uma técnica que usa uma lente de aumento especial com fonte de luz própria para observar a derme.

Após os exames especiais, o dermatologista pode solicitar uma biópsia para a confirmação do diagnóstico e posterior remoção total da pinta. Há diversos tipos de biópsias:

  • “Raspagem”: também chamada de shaving, é realizada em casos de baixo risco.
  • Punch: retirada de amostra mais profunda da pele com auxílio do bisturi (punch) e anestesia.
  • Biópsias incisional e excisional: para exames em tumores localizados nas camadas mais profundas da pele. Nela, o médico retira partes todo o tumor.

Em casos de metástase:

  • Biópsias dos gânglios linfáticos: verifica se existe disseminação da doença.
  • Remoção de um gânglio linfático aumentado: é feita uma pequena incisão na pele e a punção aspirativa por agulha fina para retirar os gânglios linfáticos aumentados próximos de um melanoma.

Todas as amostras de biópsias de pele são enviadas para análise por um patologista.

Para confirmar o diagnóstico, o médico também pode solicitar exames adicionais, como imunohistoquímico, hibridização fluorescente in situ (FISH) e hibridização genômica comparativa. A ressonância nuclear magnética pode ser usada para diagnosticar se houve comprometimento nos órgãos, principalmente no cérebro.

Tipos de melanoma

Com o diagnóstico, o médico vai classificar o melanoma em um dos quatro grupos a seguir:

  • Melanoma extensivo superficial: mais comum, é caracterizado por pintas planas e irregulares, geralmente pretas ou marrons. É mais comumente encontrado em pessoas de pele branca.
  • Melanoma nodular: é caracterizado por uma pinta elevada e cor preta ou vermelha azulada.
  • Melanoma lentigo maligno: mais comum em idosos, pois está relacionado com peles danificadas pelo sol, principalmente na região da face, do pescoço e dos braços, cuja pinta tem aspecto bronzeado com áreas marrons.
  • Melanoma lentiginoso acral: mais raro, geralmente ocorre na palma das mãos, na sola dos pés ou embaixo das unhas. É mais comum em pessoas da pele negra.

Fique atento! Nunca se deve cauterizar, queimar ou clarear com laser uma mancha que seja suspeita de melanoma.

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A melhor forma de detecção do melanoma é o autoexame regular da pele. É importante observar as alterações das pintas e o surgimento de novas manchas

 
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