Tabagismo: pacientes com câncer podem prejudicar o tratamento devido ao vício ao cigarro
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Tabagismo: pacientes com câncer podem prejudicar o tratamento devido ao vício ao cigarro

Quem continua fumando corre 76% mais riscos do que quem abandona o vício após o diagnóstico

Destaque - É muito comum pacientes com câncer não abandonarem alguns hábitos prejudiciais à saúde, como o cigarro

Por Da Redação - Publicado em 08 de julho de 2015

É muito comum pacientes com câncer não abandonarem alguns hábitos prejudiciais à saúde, como o cigarro. É relativamente comum que pacientes mantenham o hábito danoso após o diagnóstico e também não é incomum que médicos tolerem escapes em relação ao fumo. Isso ocorre em consideração ao grande estresse já causado pela doença e pela possibilidade pequena de diminuir o risco de novos tumores causado pelo fumo em um curto prazo de tempo.

Contudo, um estudo norteamericano, realizado com financiamento público, veio para mudar essa relação. De acordo com a publicação de dezembro de 2013, baseada no segmento de pacientes ao longo dos anos, a chance de um paciente com câncer e que fuma (diariamente ou eventualmente) morrer é 76% maior do que o risco de morrer um paciente com câncer e que parou de fumar assim que recebeu o diagnóstico.

Quando os pesquisadores analisaram o tempo médio de vida após o diagnóstico do câncer, mais números impressionantes: a sobrevida média para quem continuou fumando foi de apenas de 2,4 anos e a sobrevida de quem parou completamente o tabagismo foi de 4,4 anos. De acordo com o estudo, o fumo afeta pacientes com tumores reconhecidamente causados pelo fumo, como os de pulmão, estômago ou bexiga, mas pacientes com outros tumores também apresentaram risco elevado de morte quando mantiveram o tabagismo.

De acordo com o médico Dr. César Camara, especializado em Cirurgia Geral e Urologia, o risco de morrer quando tabagistas e ex-tabagistas são comparados é 34% maior considerando todos os tipos de tumores em conjunto e 127% maior para quem recebeu o diagnóstico de câncer de próstata. “Especificamente para o câncer de próstata, esse estudo traz informação de extrema importância. Com o diagnóstico oportuno dos tumores, novas drogas que podem prevenir tumores pouco agressivos, com os métodos de tratamento clínico da doença avançada - que prolonga a vida com qualidade - e com o tratamento cirúrgico cada vez mais personalizado, podemos curar mais de 85% desses pacientes”, disse. 

É muito comum pacientes com câncer não abandonarem alguns hábitos prejudiciais à saúde, como o cigarro. É relativamente comum que pacientes mantenham o hábito danoso após o diagnóstico e também não é incomum que médicos tolerem escapes em relação ao fumo. Isso ocorre em consideração ao grande estresse já causado pela doença e pela possibilidade pequena de diminuir o risco de novos tumores causado pelo fumo em um curto prazo de tempo.

Contudo, um estudo norteamericano, realizado com financiamento público, veio para mudar essa relação. De acordo com a publicação de dezembro de 2013, baseada no segmento de pacientes ao longo dos anos, a chance de um paciente com câncer e que fuma (diariamente ou eventualmente) morrer é 76% maior do que o risco de morrer um paciente com câncer e que parou de fumar assim que recebeu o diagnóstico.

Quando os pesquisadores analisaram o tempo médio de vida após o diagnóstico do câncer, mais números impressionantes: a sobrevida média para quem continuou fumando foi de apenas de 2,4 anos e a sobrevida de quem parou completamente o tabagismo foi de 4,4 anos. De acordo com o estudo, o fumo afeta pacientes com tumores reconhecidamente causados pelo fumo, como os de pulmão, estômago ou bexiga, mas pacientes com outros tumores também apresentaram risco elevado de morte quando mantiveram o tabagismo.

De acordo com o médico Dr. César Camara, especializado em Cirurgia Geral e Urologia, o risco de morrer quando tabagistas e ex-tabagistas são comparados é 34% maior considerando todos os tipos de tumores em conjunto e 127% maior para quem recebeu o diagnóstico de câncer de próstata. “Especificamente para o câncer de próstata, esse estudo traz informação de extrema importância. Com o diagnóstico oportuno dos tumores, novas drogas que podem prevenir tumores pouco agressivos, com os métodos de tratamento clínico da doença avançada - que prolonga a vida com qualidade - e com o tratamento cirúrgico cada vez mais personalizado, podemos curar mais de 85% desses pacientes”, disse. 

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Quem continua fumando corre 76% mais riscos do que quem abandona o vício após o diagnóstico



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