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Realizar alguns exames preventivos regularmente ajuda na detecção precoce do câncer de próstata

A incidência da doença aumentou entre homens com mais de 50 anos

Destaque - A incidência de câncer de próstata aumentou significativamente entre os homens com mais de 50 anos

Por Carlos Alberto Bezerra - Publicado em 15 de julho de 2015

Segundo o Instituto Nacional de Câncer, nos últimos dez anos, a incidência de câncer de próstata aumentou significativamente entre os homens com mais de 50 anos, transformando a doença num verdadeiro problema de saúde pública. Nos Estados Unidos, por exemplo, a realidade é igualmente alarmante: trata-se da segunda maior causa de morte por câncer. Porém, um fator permeia o assunto de otimismo. Quando a doença é detectada precocemente há uma chance elevada de cura.

O câncer de próstata acontece quando células malignas proliferam pela glândula prostática. Ainda não são totalmente conhecidos os fatores que levam ao aparecimento da doença, mas já se sabe que a idade e predisposição familiar influem bastante.

A doença pode ser classificada em estágios, de I a IV (Existem classificações bem detalhadas que ajudam o médico a selecionar melhor os tratamentos disponíveis, mas não cabe discuti-las neste espaço). O diagnóstico é possível de ser feito em todos eles. No primeiro, as chances de cura são boas; no segundo e terceiro, já existem complicadores, mas ainda é possível. No último estágio, o câncer já é considerado incurável. A melhor coisa é identificar a doença no primeiro estágio, quando a chance de cura pode atingir 87% a 90%.

A prevenção é o diagnóstico precoce!

O urologista se utiliza de dois exames para detectar o problema: o toque retal e a dosagem PSA, procedimentos que devem ser realizados freqüentemente pelos homens. O toque retal é um exame simples, feito no próprio consultório. Por meio dele, o especialista analisa o tamanho e a textura da próstata – áreas endurecidas sentidas no toque são suspeitas de câncer. Já o PSA, chamado antígeno prostático específico, é uma substância produzida pela próstata e a elevação de seus níveis pode indicar câncer ou outros problemas na próstata. Medir sua fração livre (PSA livre) é outra maneira de investigar se o paciente tem ou não algum problema.

Além disso, a velocidade na qual o PSA se eleva também é importante. O toque retal e a medição do PSA são exames que devem ser analisados em conjunto. Análises baseadas em apenas um dos exames podem levar o câncer de próstata a passar despercebido e retardar o diagnóstico da doença porque existem casos que só alteram um dos dois exames.

É importante saber que o diagnóstico de câncer de próstata é apenas suspeitado pela alteração do toque retal ou pela elevação do PSA. A confirmação ou não deste diagnóstico é realizada mediante biópsia de próstata.

O médico urologista é o especialista que avalia todos esses dados em conjunto e está em condições de orientar quando uma biópsia é necessária. O que vem ocorrendo, porém, é que muitos homens adiam a visita ao urologista e até mesmo se recusam, por preconceito, a submeter-se ao exame de toque retal. Sabe-se que muitos pacientes podem ter o câncer de próstata identificado exclusivamente pelo exame do toque, pois o PSA é normal em alguns casos dessa doença.

A não-realização do toque retal pode levar ao retardo no diagnóstico de uma parcela significativa de pacientes submetidos a testes de rotina, não cumprindo o objetivo para o qual foi criado, ou seja, propiciar a maior chance de diagnosticar o câncer precocemente.

Caso se confirme a existência de câncer de próstata, cabe ao urologista indicar a melhor conduta para eliminar o problema. Existem várias possibilidades terapêuticas, podendo eventualmente ser necessária a participação de outros profissionais como o radioterapeuta e o oncologista clínico.

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A incidência da doença aumentou entre homens com mais de 50 anos



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