Implantar o esfíncter urinário artificial proporciona melhora da perda involuntária da urina
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Implantar o esfíncter urinário artificial proporciona melhora da perda involuntária da urina

A incontinência urinária pode ocorrer após remoção da próstata

Destaque - Uma das principais complicações da remoção cirúrgica da próstata é a incontinência urinária

Por Márcio Augusto Averbeck - Publicado em 15 de julho de 2015

Segundo as estimativas do INCA, o Instituto Nacional de Câncer, 4.510 novos casos de câncer de próstata foram diagnosticados em homens no estado do Rio Grande do Sul no ano de 2010. Este é o tipo de tumor maligno que mais afeta os homens no estado. Quando o diagnóstico é realizado precocemente, existem tratamentos extremamente efetivos para proporcionar a cura da doença.

Um dos tratamentos mais indicados com intenção de cura dos tumores de próstata é a "prostatectomia radical", ou seja, a remoção total da próstata. Esta cirurgia pode ser realizada por via aberta (convencional), videolaparoscopia ou robótica. Todas estas alternativas apresentam excelentes resultados oncológicos.

Contudo, uma das principais complicações da remoção cirúrgica da próstata é a incontinência urinária. Estima-se que 5 a 10% dos pacientes permanecerão com perda involuntária de urina após 12 meses do procedimento cirúrgico, com prejuízo importante à qualidade de vida.

O tratamento inicial da incontinência urinária pós-prostatectomia inclui medidas conservadoras como a fisioterapia do assoalho pélvico, uso de medicamentos e medidas comportamentais (urinar mais frequentemente durante o dia, por exemplo).

Para os casos mais severos e persistentes, após cerca de 1 ano do procedimento cirúrgico, o tratamento padrão-ouro é o implante do esfíncter urinário artificial. Este implante é realizado por técnica minimamente invasiva e curta permanência hospitalar.

Este sistema também é chamado de AMS 800 e produzido por uma companhia americana. Consiste de 3 peças implantáveis:

1. Manguito (ou "cuff")
2. Bomba (ou "pump")
3. Reservatório

Estas três peças, compostas de silicone e outros materiais sintéticos, são interligadas por um sistema canalicular, onde circula soro fisiológico estéril. O manguito é a parte que fica ao redor da uretra, repleto de líquido quando o paciente está em repouso.

Este líquido comprime a uretra e evita a ocorrência da incontinência urinária. Quando o paciente precisa urinar, há necessidade de apertar a bomba (presente abaixo da pele da bolsa escrotal). Esta manobra faz com que o líquido do manguito seja automaticamente deslocado para um reservatório (localizado no interior da pelve). Após cerca de 3 a 5 minutos, o líquido retorna para o manguito e mantém a continência urinária.

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A incontinência urinária pode ocorrer após remoção da próstata



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