Instituto Lado a Lado é pioneiro com debate da saúde masculina no I Fórum Ser Homem no Brasil
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Instituto Lado a Lado é pioneiro com debate da saúde masculina no I Fórum Ser Homem no Brasil

Políticas públicas de saúde, tratamento e informação foram os destaques

Destaque - Marlene Oliveira faz abertura do I Fórum Ser Homem no Brasil

Por Da Redação - Publicado em 26 de setembro de 2015

No segundo dia do II Congresso Brasileiro Todos Juntos Contra o Câncer, o Instituto Lado a Lado pela Vida realizou o I Fórum Ser Homem no Brasil. Reconhecido pela promoção de campanhas de prevenção à saúde, o Instituto reuniu médicos e profissionais envolvidos na área da saúde para levantar as principais questões que transformam o câncer de próstata no maior responsável pelas causas de morte por câncer no país.   

“Esse é só o começo, e eu tenho certeza que será o pontapé inicial para mudarmos o panorama da saúde do Homem nesse país”, declara Marlene Oliveira, presidente do Instituto Lado a Lado, idealizadora do Fórum.   

O debate contou com a participação de Marlene Oliveira, o Deputado Jorge Silva, presidente da Frente Parlamentar de Atenção Integral à Saúde do Homem, Dr. Aguinaldo Cesar Nardi, membro da Sociedade Brasileira de Urologia, Dr. Fernando Cotait Maluf, diretor do serviço de oncologia do Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes, Dr. Ricardo Caponero, médico oncologista, Dr. Rodrigo Lima, médico hematologista e diretor executivo do Grupo Oncologia D’Or, e Valéria Hartt, diretora de conteúdo na Onconews.

As discussões se estenderam desde a comunicação entre médico e paciente até as práticas aplicadas pelo Ministério da Saúde para a escolha dos tratamentos. O próprio Deputado Jorge Silva reconhece que houve poucos avanços nas políticas de atenção ao Homem. Ele aponta que a Lei 12.732, criada em 2012, para garantir o acesso ao início do tratamento em até 60 dias, ainda não tem a eficiência que deveria.

Durante o debate, os palestrantes apontaram as falhas no Sistema Único de Saúde (SUS) por seus custos de tratamentos e rastreamentos desnecessários. Todos concordaram sobre a necessidade de quebrar os paradigmas e acabar com o preconceito do exame de próstata e a cultura do homem inatingível.

Hoje, pesquisas mostram que quase a metade dos homens nunca foi ao urologista. E que 1\3 dos pacientes diagnosticados, se encontram em estágio avançado ou já metastático. Isso é reflexo da desinformação e da demora no encaminhamento e seguimento do tratamento. A falta de tecnologias e lentidão na aprovação de novos medicamentos fortalece ainda mais esse panorama. No Brasil, chega a demorar 10x a liberação de um novo produto para o tratamento comparado com outros países como os EUA. Enquanto isso, cerca de 20% dos pacientes com câncer de próstata morrem no país. Isso é 2 vezes mais que nos estados americanos.

E o que o Instituto Lado a Lado pela Vida tem feito para mudar esse cenário? Ir onde o homem está, é o que diz a presidente da ONG. “Fazemos ações em empresas, eventos automobilísticos, construção civil, onde for preciso.”

Agenda Estratégica sobre Saúde Masculina

Ao término das apresentações, mais de 20 representantes da área da saúde e política se reuniram em um almoço com Marlene Oliveira, Instituto Lado a Lado, para definir uma agenda estratégica que promova a redução dos índices de mortalidade por câncer de próstata.

Durante o encontro, foram discutidos questionamentos acerca do tratamento dado ao paciente e o modelo de informação que é usado sobre o diagnóstico, tratamento, efeitos colaterais, e tudo que envolve o paciente de câncer de próstata. Uma das principais questões é tratar o paciente como indivíduo e fazê-lo perceber a importância da visita ao médico. O exame de toque além de diagnosticar o câncer de próstata, pode apontar o câncer colorretal, que é o 3º mais comum no Brasil, com uma faixa de 23 mil casos por ano.

Diversas estratégias foram discutidas para atingir esse paciente e seu entorno, como a comunicação mais direta à mulher, incentivadora responsável pela maior parte de consultas ao médico urologista.  

O próximo passo será reunir todas as ideias debatidas neste dia e enviá-las ao Ministério da Saúde no dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, 17 de novembro. A partir de agora, todos esses representantes farão parte da reunião anual para acompanhar o andamento das propostas sugeridas e continuar a propor novos planos de melhoria no âmbito do câncer de próstata.   

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Políticas públicas de saúde, tratamento e informação foram os destaques



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