Diagnóstico precoce de câncer de estômago pode prolongar vidas de pacientes
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Diagnóstico precoce de câncer de estômago pode prolongar vidas de pacientes

No Brasil houve queda no percentual de pacientes que sobreviveram cinco anos ou mais após o diagnóstico

Destaque - No Brasil houve queda no percentual de pacientes que sobreviveram cinco anos ou mais após o diagnóstico

Por Redação - Publicado em 14 de julho de 2015

Um grande estudo publicado no periódico The Lancet constatou que as pessoas estão vivendo mais depois de serem diagnosticadas com câncer. Entretanto, no Brasil, houve queda no percentual de pacientes que sobreviveram cinco anos ou mais após o diagnóstico de câncer de estômago. A taxa caiu de 33,1% entre 1995 e 1999 para 24,9% de 2005 a 2009. Enquanto isso, no Chile, esse tempo de sobrevida aumentou de 13,4% para 18% no mesmo período.

De acordo com os pesquisadores, a sobrevida varia muito de país para país, e é menor na América do Sul, América Central, África e Ásia do que na Europa, América do Norte e Oceania. A pesquisa analisou dados de 67 países e mais de 28 milhões de pessoas para identificar por quantos anos as pessoas sobreviviam após o diagnóstico de câncer de estômago, cólon, reto, fígado, pulmão, mama, colo do útero, ovário, próstata e leucemia adulta e infantil. O período avaliado foi de 1995 a 2009.

Os pesquisadores concluíram que a sobrevida aumentou sobretudo em pacientes com tumor de cólon, reto e mama. O Brasil também é referência no caso do tumor de próstata, ao lado dos Estados Unidos. Nos dois países, 95% dos pacientes vivem cinco anos ou mais depois do diagnóstico. 

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No Brasil houve queda no percentual de pacientes que sobreviveram cinco anos ou mais após o diagnóstico