Confira as opções de tratamento para incontinência urinária após a cirurgia de retirada de próstata
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Confira as opções de tratamento para incontinência urinária após a cirurgia de retirada de próstata

A incontinência urinária é um efeito colateral relativamente comum para pacientes que foram submetidos à prostatectomia

Destaque - A incontinência urinária é um efeito colateral relativamente comum para pacientes que foram submetidos à prostatectomia

Por Liana Pires - Publicado em 08 de julho de 2015

Há uma grande quantidade de pacientes que sofre de incontinência urinária após a prostatectomia radical. Nesta cirurgia é realizada a retirada da próstata por completo, além de alguns dos tecidos à sua volta, incluindo as vesículas seminais. Mas como melhorar a vida dos homens que se submeteram ao procedimento? Esse tema foi debatido na plenária do AUA Annual Meeting, principal evento da urologia no mundo, realizado em New Orleans (EUA), de 15 a 19 de maio. O Instituto Lado a Lado pela Vida esteve presente no evento e antecipa no Brasil tudo o que foi discutido!

Durante o debate, foram apresentadas duas tecnologias que podem ajudar o paciente: o já conhecido esfíncter urinário artificial e o menos familiar sling masculino. “Muitas prostatectomias são executadas, mas ainda existe um grande número de homens que ainda não conseguiram encontrar uma solução para a incontinência urinaria,” disse Craig V. Comiter, professor de urologia na Stanford University School of Medicine. “O manejo da incontinência urinaria pós-prostatectomia já é uma realidade segura, mas infelizmente ainda não muito utilizada pelos médicos, que muitas vezes não se preocupam com esse problema”, contou o expert. 

A incontinência urinária é um efeito colateral relativamente comum para pacientes que foram submetidos à prostatectomia. “Nos Estados Unidos, são realizadas anualmente cerca de 120.000 cirurgias desse tipo, e cerca de 10% dos pacientes relatam aos médicos a incontinência urinária, mas apenas 4% são submetidos a cirurgia para resolver esse problema”.

Por anos, o esfíncter urinário artificial foi a única opção de tratamento. Mas quando o sling masculino foi criado, no final da década de 1990, a aceitação dos pacientes foi imediata e 90% deles passaram a optar por esse método menos invasivo. Nele, uma tela comprime a uretra contra o púbis (um osso da bacia). A tela é implantada através de uma incisão no períneo (a área entre o escroto e o reto).

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A incontinência urinária é um efeito colateral relativamente comum para pacientes que foram submetidos à prostatectomia